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Hélèna Arnouil: "A paixão pela leitura superou a da escrita"

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Livros & Leituras - Quem é?

Hélèna Arnouil é uma jovem mulher de 32 anos, casada e mãe de quatro crianças.

L&L – Como e quando começou a interessar-se por literatura?

HA- Fiquei interessada pela literatura desde muito cedo. A minha mãe lia muito, por isso, era natural que eu mergulhasse nos livros com prazer e vício! Quando ainda era criança, gostava de escrever histórias. Estava sempre cheia de ideias a correr na minha cabeça. A paixão pela leitura superou a de escrita. Acho que tem que se ter imaginação para escrever, mas também tem que se ter alguma experiência. Para mim, essa necessidade voltou a assombrar-me gradualmente, ao longo dos anos, e no ano passado disse: desta vez, estou pronta !

L&L – Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

HA- Acabo de publicar o meu primeiro romance. Chama-se " Dakota: entre griffes et crocs ". O segundo volume está sendo publicado. Escrevi também um conto sobre o tema coragem, para um concurso com a minha editora, EDILIVRE. Também este gostaria de o publicar.

L&L – Em que é que se inspira para escrever um livro?

HA- Acho que para se escrever, deve-se ter vivido.

L&L - Se não fosse escritora, o que gostava de ser?
HA – Atualmente, sou uma escritora por prazer. Ainda não posso viver da venda dos meus livros.

L&L - Quais são seus autores preferidos?

HA – Meu autor favorito é, de longe, Stephen King! Este é o mestre indiscutível de horror, mas não só. Ele sabe atrair o leitor para o seu mundo, dar-lhe arrepios, e fazer derramar algumas lágrimas, ou fazer rir com expressões que só ele tem o segredo.

L&L - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor

HA – Gostaria de dizer para ir em frente com seu plano, apesar de algumas editoras recusaram o manuscrito ou não responderem. A  Edilivre é um bom trampolim para autores iniciantes. É uma editora que eu recomendo, mesmo se ela não esteja envolvida na promoção dos livros

L&L - Para quando um novo projeto editorial?

HA – O meu segundo livro está a ser publicado. Penso que vai ser lançado daqui a dois meses. Em princípio vai chamar-se: "Dakota: entre la vie et la mort!"


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Ana de Carvalho: "Ler é uma forma de aprender silenciosa"

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Livros & Leituras - Quem é?

Ana de Carvalho - Sou natural de Ribeira de Pena e vivo em vila Real desde 2004. Sou uma pessoa simples, que sempre adorou escrever. Tenho formação na área de Contabilidade e Gestão, mas o que amo verdadeiramente são as palavras.

L&L - Como e quando começou a interessar-se por literatura?

ADC - Eu escrevo desde muito nova, desde os tempos da primária. Sempre adorei escrever poemas e quadras e sempre gostei de ler. Ler é uma forma de aprender silenciosa. 

L&L - Por que motivo resolveu escrever livros?

ADC - Não fazia sentido ser de outra maneira. Eu andei bastante tempo para escrever este livro, pois achava que não o conseguiria publicar. Escrever é uma forma de manifestar os meus sentimentos. Mas sobretudo tentar incentivar os jovens a ler.

L&L - Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

ADC - Este romance é a minha primeira obra, mas adoro escrever sobre vários temas.

L&L - Em que é que se inspira para escrever um livro?

ADC - Na vida, nas pessoas. Depois só é preciso um pouco de imaginação e a magia acontece.

L&L - Se não fosse escritor, o que gostava de ser?

ADC - Eu não vivo da escrita. Também escrevo, mas tenho uma profissão. Trabalho na Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas - Departamento de Apoio aos Órgãos de Vila Real

L&L - Quais são seus autores preferidos?

ADC - Nicholas Sparks e Danielle Steel. Português gosto de Camilo Castelo Branco e Miguel Torga.

L&L - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor?

ADC - Nunca desistir. O que costumo dizer às pessoas é para lançarem livros tiverem maturidade, independentemente da idade. Quando estamos a ser avaliados as críticas podem ser construtivas mas também podem ser muito destrutivas. Se não tivermos maturidade suficiente para assimilar todas as criticas boas e más, corremos o risco de desistir. No entanto, se amam escrever assumam o risco, pois no final vai valer a pena, tenham é os pés assentes no chão.

L&L - Para quando um novo projeto editorial?

ADC - Para breve. Já foi aprovado pela minha editora e penso que março ou abril estará no mercado. Já agora obrigada à Chiado Editora.


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Eva Diallo: "A escrita é uma chamada da alma"

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Livros & Leituras - Quem é?

Eva Diallo – Eva Diallo é uma jovem francesa de origem maliana que escreve desde a idade de 13 anos para se evadir e ser livre.

L&L – Como e quando começou a interessar-se por literatura?

ED – Comecei a me interessar pela literatura tinha eu uma dezena de anos. Passava as tardes a ler na biblioteca. Adorava porque era um lugar tranquilo e sereno. Só o silêncio e paz faziam o ofício de lei. Mais tarde, na faculdade, com a minha professora, senhora Tran, descobri os grandes clássicos, tais como Flaubert, Maupassant, etc. Fiquei profundamente apaixonado por Jean Jacques Rousseau, com seu livro "Confessions". O destino levou-me a ir morar perto de Genebra, lugar onde ele nasceu.

L&L – Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

ED – Gostei de escrever cada uma das minhas obras. Mas não vou negar que a escrita de "O Pentácle de la Vie" foi para mim uma grande fonte de alegria e felicidade. Coloquei um monte de amor nesse trabalho. Quis neste livro chegar a todos aqueles que sofreram com o abandono, perda, exclusão e rejeição. Quero dizer-lhes com isso que eles não parem de acreditar na vida, no amor e ainda manter a fé na humanidade. É um pouco espiritual…

L&L – Em que é que se inspira para escrever um livro?

ED – A ideia surgiu muito cedo. Estava fazendo rap com o meu irmão mais velho e comecei a escrever baseado em letras de música. Um dia tive um clique e percebi que tinha muito a dizer e compartilhar. Queria ser ouvida e a inspiração veio de lá. Decidi sair e afirmar-me!

L&L - Se não fosse escritor, o que gostava de ser?

ED – Se não fosse escritora gostaria de ser jornalista e escrever artigos para jornais, porque eu sou curiosa, muito atenciosa com os outros. Aberta de espírito aventureiro. L&L - Quais são seus autores preferidos?

L&L - Quais são os seus escritores favoritos?

ED – Os meus autores favoritos são Toni Morrison. Ela escreve livros sobre a comunidade negra e escravidão. São temas que me tocam profundamente como, por exemplo, "A cor púrpura". Além disso, esta é a primeira mulher negra a ter preço Pulitzer. Existem outros: Amadou Ba Hampaté; Agatha Christie; Amélie Nothomb; Marc Levy. Como sou muito nostálgica, adoro a reler os clássicos como Madame Bovary.

L&L - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor?

ED – Aconselho-o a não pensar e escrever, escrever e escrever de novo. Escrever tudo o que passa pela sua cabeça. A escrita é uma chamada da alma para muitos escritores e não pode ser controlada.

L&L - Para quando um novo projeto editorial?

ED – Em breve, apresentarei um novo título: "Adieu mon Amour". Trata-se de uma história de amor passada em África entre uma mulher negra e um homem branco, durante o surto do Ébola.


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Ana Cristina Luz: "Escrever completa a minha existência"

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Ana Cristina Luz nasceu, em 1960, na vila de Maceira, concelho de Leiria, residindo atualmente em S. Pedro de Moel. É licenciada em Tradução pelo I. P. Leiria. Tem contos e artigos publicados em diversos jornais e revistas em Portugal e no estrangeiro, integrando algumas antologias, embora a maior parte do seu trabalho se destine ao público mais jovem. É detentora do Prémio Afonso Lopes Vieira (Leiria), em 2001, de dois primeiros lugares no Prémio Literário Rodrigues Cordeiro (Cortes, Leiria) de uma menção honrosa no Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes (Portimão), em 2003 e, entre outros, do 2º lugar no Prémio Literário IPL – 2008. A convite do Instituto Camões participou, em 2003, na 1.ª Feira do Livro Lusófono, em Timor Leste, e no “8.º Foro International por el Fomento del Libro y la Lectura”, na Argentina. Entre os títulos já publicados contam-se: “Timor – Histórias com lendas” (2002), ed. Universidade de Aveiro; “Três viagens e uma história que quase não acontecia” (2004), ed. Câmara Municipal de Portimão; “O dia em que quase perdemos o 5” (2005), ed. Livros Horizonte; “O pequeno trevo” (2005), ed. A.P.P.C. Leiria; “Histórias à beira-mar” (2005), ed. Folheto; “Contos a Oeste” (2008), ed. Textiverso, Alcochete/Leiria; “A pegada misteriosa” (2010), ed. CMP - Cimentos Maceira e Pataias, S. A. (prod. Textiverso); “Amigos como nós” (2011), ed. Associação Zoófila de Leiria; "Fiéis Amigos" (prod. Textiverso) e “Aristides, o semeador de estrelas” (2012), ed. da Autora (prod. Textiverso).

Livros & LeiturasQue significado tem para si o ato de escrever e a partir de que altura este se tornou “profissional”? 

Ana Cristina Luz – Escrever completa a minha existência. É a frase que me ocorre perante esta pergunta e não deixa, em parte, de ser verdade. Passei grande parte da minha vida a sentir que me faltava fazer algo que me preenchesse. Procurei na fotografia, em vão. Nem sequer tentei no desenho, pois tenho duas mãos esquerdas, e refugiei-me na leitura. Lembro-me de adorar ler o Jornal de Letras e embrenhar-me naquele mundo que me fascinava. E, de repente, aconteceu a escrita e a  minha vida mudou. A partir do momento que submeti um texto para apreciação e o mesmo foi aceite para publicação, o ato de escrever transformou-se num desafio que passou a fazer parte da minha vida.

L&L – É preciso ser um bom leitor para se ser um bom escritor?

ACL – A esta pergunta poderei apenas responder baseada na minha experiência pessoal. Sempre gostei de ler, penso até que, em determinada altura da minha vida, não fiz outra coisa que não fosse ler, tal era a minha vontade de viajar para outros universos, outras realidades. Quanto mais leio, mais vontade tenho de melhorar, é verdade. Penso que as duas coisas estão ligadas.

L&L – O seu trabalho é versátil ou, pelo contrário, tem um estilo muito próprio e facilmente identificável pelos leitores?

ACL – A nível de áreas da literatura, penso que sou um pouco versátil naquilo que escrevo, pois fascinam-me várias vertentes da escrita. Se, por um lado, a maior parte dos meus livros publicados se destina ao público mais jovem, por outro, adoro escrever no campo do fantástico e do terror. Um dos textos que irá ser editado, em breve, pela Editora Draco, no Brasil, é um conto erótico. Quanto ao estilo, já me confessaram ter reconhecido um texto meu pela forma como escrevo. Penso que, quem assim falou, foi por cortesia, mas deixou-me satisfeita. De qualquer forma, penso que inconscientemente vamos ganhando o nosso estilo que, mesmo que não seja identificável, marca a nossa maneira de estar na escrita e com o qual nos identificamos.

L&L – Áreas como, por exemplo, a ilustração e a música têm vindo a afirmar-se na sua relação com a Literatura. Como encara esse facto?

ACL – A ilustração acompanha a maior parte do meu trabalho, uma vez que escrevo muito para os mais jovens. As minhas palavras ganham uma outra vida quando interpretadas, através da cor e da forma, por uma outra pessoa que tem a capacidade de dar rosto às minhas personagens. Acontece, muitas vezes, ter uma ideia, à partida, de como gostaria que fosse a ilustração e o resultado final vai ao encontro do que imaginava. E a música, bem, essa está presente a todo o instante. Quando não tenho rádio ou televisão, lá vou cantarolando, depois de me certificar de que estou sozinha, claro.

L&L – A tradição oral representa, nalguns países da lusofonia, uma importante marca de identidade cultural. A globalização e a dificuldade em editar podem ser uma ameaça à perda desse património?

ACL – Penso que, mais do que as dificuldades em editar, a dificuldade em arranjar disponibilidade para escutar quem tem tanto para contar é que poderá contribuir para o desaparecimento de uma riqueza incalculável. Claro que depois esbarramos com a dificuldade em concretizar determinados projetos por falta de meios ou apoios. Mas o importante é recolher e guardar essa riqueza. E para isso é necessário tempo para ouvir, para escutar. Nos tempos agitados de hoje, tempo é um bem que tende a ser escasso.

L&L – A Língua Portuguesa é uma mais-valia no panorama literário mundial? 

ACL – Sem dúvida. Por tudo o que, nomes como Gil Vicente, Fernão Lopes e Camões, entre tantos outros, deram no passado à literatura e por tudo aquilo que autores continuaram depois deles e continuam a dar ao mundo. Aliás, tal como em todos os outros países. A palavra é universal, independentemente da língua em que é escrita, e todas as literaturas contribuem para o enriquecimento da humanidade.

L&L – Quais os seus escritores lusófonos favoritos e porquê?

ACL – Esta pergunta leva-me a uma resposta incompleta. São muitos os autores que gostaria de mencionar aqui, mas vou apenas dar um exemplo de uma resposta possível entre tantas outras. Poderei mencionar José Saramago, porque me apaixonei pela sua escrita no momento em que li, de um fôlego só, o “Memorial do convento” e “A jangada de pedra”, Mia Couto, pelo mundo mágico e fascinante que nos revela nas palavras inventadas nas suas “estórias” e Luís Cardoso por me ter falado na sua escrita tão própria em “Crónica de uma travessia” da sua terra encantada que, apesar de tão distante no mapa, está muito próxima graças às suas palavras e às recordações que guardo.

L&L – Ao nível da Literatura, que medidas poderão ser implementadas para que o universo lusófono seja uma realidade mais coesa entre escritores de diferentes nacionalidades?

ACL – Mais encontros literários. E convites a todo o tipo de escritores, nacionais, locais, mais conhecidos, menos conhecidos. Penso que seria importante um esforço no sentido de fomentar a troca de experiências e saberes de escritores dos diversos países onde se fala e escreve em português. E, por exemplo, criarem-se meios que permitam a edição de obras conjuntas. Penso que seria interessante ver antologias publicadas nos diversos países dos respetivos autores com alguma regularidade. Era uma forma de dar a conhecer vários autores numa edição só, em jeito de ponto de partida para um conhecimento mais aprofundado.

L&L – A Internet e os recentes suportes informáticos contribuem para o reforço e promoção do seu trabalho?

ACL – A Internet veio facilitar a divulgação do trabalho de cada um, na minha opinião. Os meios de que dispomos hoje em dia permitem dar a conhecer o que fazemos rapidamente, sem dúvida. Mas não gosto nada de ouvir falar em livros digitais. Adoro o formato tradicional, com cheiro e forma.

L&L – Qual o maior desafio que já enfrentou ou que gostaria de enfrentar em termos profissionais?

ACL – O maior desafio que já enfrentei foi, tentar partilhar em castelhano as minhas experiências, enquanto autora de textos infantis. Perante um público de professores e bibliotecários, onde não havia uma única pessoa que falasse português, tentei exprimir-me numa nova língua, algures entre o português e o castelhano, durante quatro horas. O objetivo era falar sobre o trabalho desenvolvido, a partir dos meus textos, em escolas e outras instituições. O desafio tornou-se ainda mais difícil no momento em que me apercebi que aquele público esperava ouvir uma escritora cubana e não uma vinda de Portugal. Mas a verdade é que no final das quatro horas ninguém demonstrou vontade de sair da sala. Desde que comecei a escrever que alimento secretamente três sonhos. Um deles, já concretizado, apesar de não ser do conhecimento público, era escrever letras para canções. Um outro, escrever um romance que seja levado ao cinema. E o último, mas não menos importante, criar uma personagem que fique depois de eu partir.

 

*Entrevista realizada no âmbito do “Munda Lusófono – 1.º Encontro Literário de Montemor-o-Velho”



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Sílvia Bandas: "Adoro ser capaz de fazer sonhar as crianças"

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Livros & Leituras - Quem é?

Sílvia Bandas – Nasci em 1977 em Braine- L'Alleud-France . Segui as classes de berçário e interrompi o meu sexto ano do liceu para viver em Portugal.
L&L – Como e quando começou a interessar-se por literatura?

SB - Fiquei interessada pela literatura durante o meu estágio com crianças. Foi aí que aprendi o gosto de ler e escrever. Sempre adorei as crianças. O meu interesse pela escrita veio a partir de uma preocupação pessoal. Infelizmente, tenho problemas de fertilidade e não posso ter filhos. Então mergulhei na escrita, a fim de esquecer a minha vida diária e, naturalmente, aproximei-me pelas histórias e contos para crianças para escrever essas obras.

L&L – Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

SB - O que mais amo é escrever para crianças. Adoro ser capaz de fazer sonhar as crianças.

L&L – Em que é que se inspira para escrever um livro?

SB - Para escrever um livro tudo nasce da minha imaginação e meus sonhos.

L&L - Se não fosse escritor, o que gostava de ser? 

SB - Se eu não fosse um escritora queria ser cantora, porque adoro a música. Mas é melhor não pensar nisso, porque parece que eu não canto muito bem...

L&L - Quais são seus autores preferidos?

SB - Meus autores favoritos são Agatha Christie e Higgins Clark.

L&L - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor?

SB - O conselho que eu daria a alguém que quer ser escritor  é tentar e nunca desistir, porque na vida tudo é possível com muito trabalho.

L&L - Para quando um novo projeto editorial?

SB - Já estou a escrever um novo livro para crianças. Intitulado "Océane et la bibliotèque magique". A Ilustradora é Maria João Raimundo.


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