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Armando Martins: "Os livros resultam de uma necessidade sentida"

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Armando Martins (Armando José Marreiros Martins) nasceu em fevereiro de 1958, em Sagres. Viveu no Algarve até aos 16 anos e depois na região de Lisboa, primeiro nos arredores e por fim na capital. Mudou-se para o Norte da Alemanha no outono de 1997. Frequentou a universidade, onde de resto ensinou década e meia, embora em área afastada das suas preocupações e gostos. Interessa-se por línguas. Também se interessa por política, com distanciamento e desencanto. Durante a sua passagem pela Universidade foram publicados contributos seus em cadernos da Associação de Estudantes, sobretudo sobre Estatística Descritiva. Apresentou, além disso, em 1996, uma tese com o título de A Sociedade Livre e o Mercado, um ensaio no domínio da Filosofia Política, da teoria do contrato social e da Ética Económica. Escreve há muito e tem alguns inéditos antigos. Publicou já, na área das Letras: Em Sagres, 2006 (romance, concluído em 2004); O Livro das Trivialidades, 2009 (divertimento/ ensaio, concluído em 2002); Contos, 2014 (contos e narrativas, concluído em 2007); Poesia de Juventude, março de 2015 (recolha poética dos anos 1982-1987); Germanias, agosto de 2015 (contos e narrativas, concluído em 2011).

L&L - Quem é?

AM - Não é fácil responder a tal pergunta. Poderia dizer: chamo-me Armando Martins, nasci em Sagres em fevereiro de 1958, vivo há dezoito anos na Alemanha. No entanto, essa é informação que se retira de um documento de identificação ou de um currículo. A pergunta pressupõe a questão da identidade, mas também a experiência de vida, e até o que Ortega y Gasset designava por circunstância, a qual dá espessura ao eu. Acrescento, pois: sou europeu e sinto-me europeu, mas sou um europeu desencantado. Quanto a Portugal, apesar da minha ligação ao Norte, por via paterna, e de gostar da região, sou sulista nos afetos. Trata-se do Algarve e do Sul, que para mim vai até Lisboa, incluindo alguns arredores a norte. Diria ainda, para juntar alguma coisa a este retrato apressado, a traços largos: interessa-me a política, com distanciamento, e sem desilusão interessam-me as línguas e também as literaturas.

 

L&L - Como e quando começou a interessar-se por literatura? 

AM - Desde muito novo. De forma mais consciente, por volta dos meus dezoito ou dezanove anos.

 

L&L - Por que motivo resolveu escrever livros?

AM - Suponho que me senti levado a escrever, mais do que me decidi, e desde sempre escrevo o que sinto dever fazer. É como se algo se formasse em mim e depois me impelisse, e eu não pudesse, ou não pudesse indefinidamente, contrariar tal impulso. Não será caso raro, imagino. O criador, não apenas no domínio literário, responde a um chamamento, que é obscuro nas origens e meios por que se manifesta.

 

L&L - Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

AM - Talvez o meu romance Em Sagres, que é, entre outras coisas, uma homenagem à terra onde nasci. Também gostei de publicar, trinta anos mais tarde, uma recolha da poesia dos meus anos de jovem adulto. E tenho ainda inéditos mais antigos.

 

L&L - Em que é que se inspira para escrever um livro?

AM - Os livros resultam, por assim dizer, de uma necessidade sentida, que se vai sedimentando, mais do que de inspiração. Ou então é isso a inspiração na prosa, porque a chamada inspiração na poesia será medida com outro metro. A necessidade de que falo forma-se em mim, até que já não posso fugir a ela. Já disse acima mais ou menos o mesmo.

 

L&L - Se não fosse escritor, o que gostava de ser? 

Toda a minha vida tenho sido professor, em vários níveis de ensino e em dois países, Portugal e Alemanha. É com isso que ganho a vida. Ser escritor é o que gosto, o que faria em regime exclusivo se não fosse obrigado a ter outra atividade.

 

L&L - Quais são seus autores preferidos? 

AM - Tenho vários. Na poesia, Antonio Machado, Rilke e Fernando Pessoa. Na prosa nomearia, em língua portuguesa, Camilo, Aquilino, José Rodrigues Miguéis e Carlos Oliveira, este último, além de grande prosador, também grande poeta. Entre os autores internacionais mencionaria o Thomas Mann de Der Zauberberg (“A Montanha Mágica”), Proust em Du côté de chez Swan e William Faulkner. Podia referir muitos nomes, além dos que vêm acima, mas não o farei. Acrescentaria apenas, a título de exemplo, Albert Camus, Josué Montello, autor brasileiro, o Goethe da extraordinária autobiografia Dichtung und Wahrheit (“Poesia e Verdade”), Charles Dickens em The Pickwick Papers.

 

L&L - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor? 

AM - Não é fácil e porventura nem será muito útil dar conselhos. No entanto, se tivesse de dar um conselho a um jovem escritor, é possível que me decidisse por este: “Não desista!”

 

L&L - Para quando um novo projeto editorial?

AM - Gostaria de publicar para o ano algo recente. Tenho desde há uns dez anos três projetos, nos quais trabalhei muito pouco, com interrupções de anos, e seria bom concluir algum deles. Não terminando nada de novo, poderia publicar o meu primeiro romance de juventude, que já tem trinta e cinco anos (escrito entre os dezanove e os vinte e um ou vinte e dois anos).

 

L&L - Agora que já conhece a revista Livros & Leituras, que opinião tem deste projeto editorial sem fins lucrativos?

AM - É um projeto louvável. Fazem falta mais revistas assim.

 


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Florinda Dias: "Sempre gostei de ler e escrever"

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Livros & Leituras – Quem é Florinda Dias

Florinda Dias é uma autora portuguesa nascida numa aldeia de nome Tojeira nos arredores do concelho de Sintra, Portugal. É uma amante da escrita, mais propriamente poesia. Desde tenra idade descobriu em si a sensibilidade de ‘’talvez’’ ser uma pessoa diferente, uma pessoa de luz, iluminada por uma estrela que a guia, uma pessoa da paz...

L&L – Como e quando começou a interessar-se por literatura?

F D – O interesse já vem de há muito tempo. Quando senti mais disponibilidade no meu tempo que me comecei a interessar-me e comecei a expô-la, porque antes eram escritos de ocasião, ora um pensamento ora um poema num papel qualquer, guardado ou rasgado, dependia do que queria guardar. Num dia de outubro de 2013, assisti pela primeira vez ao lançamento de uma antologia de poesia. Foi a partir daí que me apaixonei pela literatura pelas letras.

L&L – Por que motivo começou a escrever livros?

F D – Sempre gostei de ler e de escrever, mas foi, de facto, a um dado momento da minha vida que senti que havia algo que me faltava para me sentir mais preenchida.

L&L – Qual foi a obra que gostou mais de escrever e porquê?

F D – A obra que mais gostei de escrever foi o meu livro a solo ‘’Na Essência de uma Flor’’. Porquê? Porque sou eu. ‘’Na Essência de uma Flor’’ é um livro de ensinamentos.

L&L - Em que se inspira para escrever um livro?

F D – Uma vez que escrevo poesia, posso dizer que me inspiro em tudo. Pode ser a natureza, o mar, o céu, o sol, a lua, as estrelas, uma ave a voar… pode ser até o sorriso ou o choro de uma criança, um olhar, um familiar, como é o casao do meu pai (vítima de AVC) ou o meu neto (nascido prematuro).

L & L – Se não fosse escritor o que gostaria de ser?

F D – Não sei responder, peço desculpa é que eu já sou tanta coisa na vida que não sei o que mais poderia ser, mas tenho projetos futuros e sonhos, pois o sonho é que nos comanda a vida.


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Ernesto Rodrigues: "Aos oito anos senti que a minha vida estava na literatura"

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ERNESTO RODRIGUES (1956) é professor auxiliar agregado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirige o Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias. Antigo jornalista e leitor de Português em Budapeste, foi o primeiro presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes. Poeta, ficcionista, cronista, crítico, ensaísta, editor literário e tradutor de húngaro, celebrou 40 anos de vida literária em 2013, com Do Movimento Operário e Outras Viagens, poesia, e A Casa de Bragança, romance. Últimos títulos: Passos Perdidos, romance, 2014; L’Ottocento. Il Settecento e l’Ottocento (a cura di Giulia Lanciani, Roma), 2014; Lisboa em Baptista-Bastos, 2015. 

Livros & Leituras - Quem é?

Ernesto Rodrigues, escritor e professor universitário.

L&L - Como e quando começou a interessar-se por literatura?

ER - Aos oito anos, à leitura de Coração, de Edmundo de Amicis, senti que a minha vida estava na literatura. 

L&L - Por que motivo resolveu escrever livros?

ER - Para comover, mover-me com.

L&L - Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

ER - As obras de ficção e poesia são todas filhas de um estado de inocência que só o criador conhece.

L&L - Em que é que se inspira para escrever um livro?

ER - Em vivências pessoais e na História dos povos.

L&L - Se não fosse escritor, o que gostava de ser?

ER - O que sou – professor – e já fui – jornalista. 

L&L - Quais são os seus autores preferidos?

ER - Fernão de Oliveira, protagonista de O Romance do Gramático (2011), João de Barros, Diogo do Couto, Camões, Fernão Mendes Pinto e anónimos da História Trágico-Marítima, que ajudaram a compor A Serpente de Bronze (1989), a par de Tomé Pinheiro da Veiga, cuja Fastigínia editei (2011), e Padre António Vieira. Não listo os meus oitocentistas, ou estrangeiros sobre quem escrevi, incluindo os traduzidos do húngaro.

L&L - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor? 

ER - Conheça algumas tradições literárias, e não só indo-europeias.

L&L - Para quando um novo projeto editorial?

ER - Ainda em 2015, lançarei Ensaios de Cultura (Theya) e, esperemos, A Queda Dum Anjo (refundindo prefácio de 2001), que inspirou o romance Passos Perdidos (Âncora Editora, 2014).


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Teresa Martins Marques: "A literatura é a minha área de estudo e de trabalho"

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Teresa Martins Marques fez doutoramento em Literatura e Cultura Portuguesas, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, sendo investigadora integrada no Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias desta mesma Universidade. Membro da Equipa do Instituto de Lexicologia e Lexicografia da Academia das Ciências de Lisboa, entre 1992-1995. Dirigiu a organização do Espólio de David Mourão-Ferreira (Fundação Calouste Gulbenkian e Ministério da Educação) entre 1997 e 2004. Dirigiu e prefaciou os 13 volumes da edição das Obras Completas de José Rodrigues Miguéis (1994-1996).

Ensaio: Tem colaboração em três dezenas de volumes colectivos. Publicou individualmente: Si on Parle du Silence de la Mer (1985); O Eu em Régio: A dicotomia de Logos e Eros (Prémio de Ensaio José Régio, 1989); O Imaginário de Lisboa na Ficção Narrativa de José Rodrigues Miguéis (1994); Leituras Poliédricas – estudos sobre Cesário Verde, Gomes Leal, Raul Brandão, J. Régio, J. R. Miguéis, V. Nemésio, Eugénio Lisboa, et alii (2002); Clave de Sol – Chave de Sombra: Memória e Inquietude em David Mourão-Ferreira (2011). Conto: Carioca de Café (2009); Degraus do Passado (2014). Romance: A Mulher que Venceu Don Juan (2013).

Livros & Leituras - Quem é?

Teresa Martins Marques - Sou Teresa Martins Marques,  investigadora do Centro de Literaturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; membro da direcção da Associação Portuguesa de Escritores, desde 2008.

L&L - Como e quando começou a interessar-se por literatura? 

TMM - A literatura é a minha área de estudo e de trabalho. Desde sempre me interessei por ela.

L&L - Por que motivo resolveu escrever livros?

TMM - A escrita de livros obedeceu à necessidade de comunicar em diversos géneros literários: escrevi livros didácticos sobre cultura e literatura francesas; livros de ensaio sobre literatura portuguesa; uma biografia de Amadeu Ferreira, o campeão da língua mirandesa; um romance  A mulher que Venceu Don Juan,  que tem por tema de fundo  a violência doméstica.

L&L - Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

TMM - Foi justamente o romance A Mulher que Venceu Don Juan. Teve a sua primeira versão no facebook, ao longo de 28 sábados e necessitou de muita organização e adrenalina para não falhar o compromisso que fiz com os leitores.

L&L - Em que é que se inspira para escrever um livro?

TMM - Inspiro-me na memória, na imaginação, na vida real e  nas  leituras feitas ao longo da vida. Como escreveu Paul Valéry, “le lion est mouton assimilé”.

L&L - Se não fosse escritor, o que gostava de ser? 

TMM - Fui professora, sou investigadora e essas duas actividades são indissociáveis da escrita.

L&L - Quais são os seus autores preferidos? 

TMM - São muitos os autores que prefiro, pois todos eles estão ligados a momentos importantes da minha formação. Eis alguns dos universais: Homero, Virgílio, Catulo,  Horácio, Séneca,  Dante, Racine, Molière, Voltaire, Cervantes, Shakespeare, Proust,  Rilke,  Kakfa, Musil, Joyce,  Faulkner, Paul Valéry ,  André Gide, Roger Martin Du Gard, Camus. Entre os portugueses: Camões, Pessoa, Cesário Verde,  Camilo, Eça, Raul Brandão, Régio, José Rodrigues Miguéis, Vitorino Nemésio, Saramago, Cardoso Pires, David Mourão-Ferreira, Eugénio Lisboa, João Rui de Sousa, Vasco Graça Moura, Gastão Cruz, Ernesto Rodrigues, Hélia Correia, Teolinda Gersão, Lídia Jorge, Julieta Monginho. A lista é inesgotável.

L&L - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor? 

TMM - Daria o conselho de ler muito e que não esquecesse a Arte Poética, de Horácio, mais conhecida como Epístola aos Pisões,  e as Cartas a um Jovem Poeta, de Rainer Maria  Rilke,   duas obras que  são conselhos a quem quer ser escritor.

L&L - Para quando um novo projeto editorial?

TMM - Tenciono publicar um volumoso livro de ensaio sobre a obra de David Mourão-Ferreira, que deverá sair no dia do seu aniversário natalício- 24 de Fevereiro de 2016.


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Catarina Marçal Pereira: "Escrever não é tarefa fácil"

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Livros & Leituras - Quem é?

Catarina Marçal Pereira - Eu sou a Catarina. Mas, na minha opinião, essa é uma pergunta interessantíssima. Quem sou eu? Uma pergunta à qual passamos a nossa vida toda a tentar responder, porque nunca nos conhecemos totalmente. Nós somos formados pelas nossas experiências, por isso tal pergunta só poderá ser respondida no final deste trajeto ao qual chamamos vida. Mas, voltando ao assunto, eu sou a Catarina, e tenho 14 anos. Sou uma pessoa introvertida, tímida e bastante reservada. Gosto de pensar que sou criativa, e às vezes até sou engraçada, embora isso seja raro.

L&L - Como e quando começou a interessar-se por literatura?

CMP - Comecei a interessar-me por literatura desde muito jovem, influenciada pela minha família a ler desde pequena. Sempre adorei livros, o que se pode ver pela coleção enorme que possuo.

L&L - Por que motivo resolveu escrever livros?

CMP - Como sempre gostei de ler, escrever foi algo natural para mim. Comecei a escrever poesia quando tinha 7 anos, e nessa mesma altura também escrevia pequenos contos. Descobri o mundo das fanfictions mais tarde, e foi aí que o meu interesse por escrever aumentou. Comecei a ter ideias, a desenvolver vidas de personagens fictícias na minha cabeça, e resolvi anotar as ideias que tinha. Daí nasceram tentativas falhadas de escrever livros, até começar a criar Ella na minha cabeça, e foi aí que a jornada de "Broken" começou. Resumindo, comecei a escrever livros porque tinha demasiadas ideias para ignorar.

L&L - Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

CMP - A obra que gostei mais de escrever foi "Broken" porque foi o meu primeiro livro oficial, e porque me apaixonei mesmo pela história. Foi o primeiro livro que terminei, e que me fez sentir realizada, por ter conseguido escrever uma obra completa.

L&L - Em que é que se inspira para escrever um livro?

CMP - Para escrever, gosto de me inspirar na rotina diária. O quotidiano interessa-me, porque depois posso criar um ambiente realista no qual as pessoas possam visualizar-se. Claro que algumas coisas mais utópicas, podemos dizer, podem acontecer nas minhas histórias, mas também, toda a gente tem pelo menos uma experiência surreal na sua vida.

L&L - Se não fosse escritor, o que gostava de ser?

CMP - Sempre tive uma grande paixão pela música, especialmente o canto, por isso gostava de cantar no futuro, e é algo que planeio fazer. Já faço "covers" (interpretações de músicas conhecidas) das minhas canções preferidas no meu canal de Youtube ( www.youtube.com/itsmekatiemars), e creio que isto é só o início.

L&L - Quais são seus autores preferidos?

CMP - O John Green é sem dúvida o meu autor preferido, mas também gosto do Robert Muchamore, Gabrielle Lord, e de uma autora online, Katie Tyler.

L&L - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor?

CMP - Escrever não é uma tarefa fácil. Sentir os que os personagens sentem, lidar com o famoso "bloqueio de escritor", (sofri disso durante dois meses, e acreditem, poucas coisas são piores para um escritor do que estar sentado diante uma página branca durante horas sem resultados) e sentir a ânsia de escrever quando se está numa situação onde é impossivel fazê-lo, é complicado. O conselho que dou a todos os apaixonados por palavras é de nunca desistir, de ler muito, e de nunca perder a veia criativa que pode ser bloqueada pelo stress e as responsabilidades do dia-a-dia.

L&L - Para quando um novo projeto editorial?

CMP - Neste momento, coloquei em pausa um projeto no qual estava a trabalhar há meses pelo malvado "bloqueio de escritor", mas tenho tido novas ideias. Neste momento, está tudo muito incerto, mas espero trabalhar num novo projeto em breve.


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